Abrir mão, eu?

Isso é para todas as mulheres: magras, gordas, gostosas, manequins de passarela. Eu quero saber quem de vocês é capaz de abrir mão de uma das coisas mais gostosas na nossa vida. Do que eu estou falando especificamente? Coisas mais gostosas da vida comestíveis. Quem de nós não dá um dedo por aquele doce, seja ele em forma de trufa, torta, barra de chocolate ou sorvete. Ainda, para as mais chegadas no salgado: aquela coxinha de galinha, aquele Mc Donald’s depois do cinema (falando em cinema, e a pipoca?). Ou pior: quem não afogou suas mágoas por um amor perdido, acabado, não correspondido, com sua gostosura favorita?

Hoje conversei com uma conhecida sobre abrir mão de determinados alimentos, em razão da saúde. Eu particularmente acho esse discurso muito válido, mas, nunca consegui segui-lo por muito tempo. Era só eu meter o pé na jaca uma vez que o troço se deslanchava de vez.

Mas o mais interessante do mini papo que tive hoje, foi que essa questão de que é muito difícil uma reeducação alimentar é a maior falácia da história. Ela me fez mostrar que autocontrole não é sinônimo de restrição. Não no sentido pejorativo da palavra, mas sim no que tange ao equilíbrio que devemos ter com nossa alimentação, aliás, como tudo na vida.

Não há a necessidade de se privar de tudo que se gosta, pelo contrário: estipular o momento para determinada coisa vale muito mais a pena, além de não deixar a gente se revoltar com a porcaria da dieta, jogar tudo pro alto e se afundar numa lasanha.

Tempos atrás cuidei bem mais da minha alimentação. Minha saúde estava melhor, meu humor estava melhor (por incrível que pareça) e, o mais importante: eu me sentia bem. Só que aí, fui deixando de lado e deixando de lado e… Bom, minha alimentação atualmente não é das melhores.

A partir de tudo isso que conversei com ela, me dei conta (acho que definitivamente e finalmente) que vida saudável é, sim, uma filosofia de vida. Como essa conhecida me disse, temos que nos alimentar hoje, pensando em como seremos amanhã. Sabe aquela coisa que devemos tirar a maquiagem todos os dias por causa da pele, das rugas e evitar uma velhice mais precoce? Então, é a mesma coisa. Mas muito mais dolorida de por em prática.

Ninguém está dizendo que mudar a mentalidade é facinho facinho. Se fosse, eu não estaria escrevendo sobre isso, sobre como me sinto. Entretanto, acredito que o esforço inicial é fundamental para vivermos mais em equilíbrio com nosso corpo e consigo mesmos.

E vamos dar adeus a esse papo de “projeto verão ano X”. Que as coisas venham naturalmente, que a vida de nós todas seja mais saudável e em equilíbrio!

Não liguem para meus textos.  É bom desabafar de vez em quando.

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